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sexta-feira, 31 de maio de 2013

TIPOS DE NÓS - MUITO IMPORTANTE

Técnicas com cordas e nós

Cordas e Nós – Uma corda tem três componentes: fibras, fios e cordões. Os fios são feitos por trançado das fibras, os cordões por trançado de fios e a corda por traçado dos cordões. Uma corda toma o nome de acordo com o da fibra componente. Assim, há cordas de fibra sintética de “nylon” ou de “perlon” e cordas de fibra vegetal, tais como: de manilha, de sisal, de cânhamo, de algodão etc. As de melhor emprego na selva são as de “nylon” e manilha, pois são mais duráveis. As de “perlon” são as que proporcionam maior conforto e facilidade para emprego devido as suas características de flexibilidade,maneabilidade e reduzido peso quando estão secas. Todo homem deverá possuir em seu equipamento um pedaço de corda, pois serão múltiplas as suas utilidades. As de “nylon” têm a vantagem de serem leves, de não encharcarem com água e de serem de mais fácil manutenção, e a desvantagem de, se usadas em grande extensão, podem ceder em sua extensão comprometendo a segurança. Por isso, nas construções das pontes de corda são mais empregadas as de manilha. As extremidades de uma corda são chamadas chicotes.
Normalmente, no uso das cordas, haverá necessidade de dar nós, quer para ancoragem, quer para emendas, quer para outros fins. E como não se disporá na selva de facilidades para obtê-las, será sempre interessante recuperá-las após o uso; daí a vantagem de saber dar nós que possibilitarão tal recuperação.
Os tipos de nós mais utilizados nas nossas atividades são os seguintes: direito, escota e de porco. Esses e outros úteis serão explicados a seguir:

Nó simples – é empregado para evitar que as extremidades de uma corda se destorçam


Nó de frade ou nó em oito – é empregado nas cordas finas, lisas ou molhadas para facilitar a empunhadura.


Nó direito - Para unir cordas do mesmo diâmetro.


Nó de escota – Para unir cordas molhadas e cordas de diâmetros diferentes


Nó de porco ou de barqueiro – Para ancoragem, isto é, amarrar o chicote da corda a uma árvore, normalmente.


Nó de uma volta completa com dois cotes (dois meios nós) – Com a mesma finalidade do anterior.


Nó de lais de guia – Para fazer uma alça que não apertará e nem deslizará, permitindo ser desatado facilmente; servirá para alçar ou descer material pesado, inclusive homens;


Nó borboleta - Para permitir dar tensão a uma corda (caso das pontes), a fim de facilitar o afrouxamento. Bastará colocar um pedaço de pau nas duas voltas (asas da borboleta) antes de apertar.


Nó prússico – Para esticar uma corda já ancorada pelos dois chicotes, para servir de amarração das cordas de tração, para servir de freio, quando aplicado na corda de sustentação no caso de descida, e em várias outras aplicações.

UTILIZAÇÃO DE CORDAS


Rapel em “S” - A figura explica o processo, porém há necessidade de chamar atenção para certos detalhes:

(1) a posição inicial para a descida é a que consta do desenho “A”;

(2) a mão esquerda não fará força, apenas auxiliará o equilíbrio e manterá as duas seções da corda juntas;

(3) o máximo apoio do corpo será feito pela parte que “monta” na corda;

(4) as pernas deverão permanecer semi-esticadas durante a descida;

(5) a frente do corpo deverá ficar voltada para cima, evitando que, olhando para baixo, o homem se impressione com a altura;

(6) a corda não será amarrada no alto da barreira, mas deverá envolver um tronco, sem nós, de modo a possibilitar o seu recolhimento por simples tração de uma das seções, após o último homem descer;

(7) para realizar o movimento de descida, bastará que a mão direita vá recolhendo a parte da corda que fica livre, embaixo, e “dando corda” ao peso do corpo, ao mesmo tempo que, evitando saltos o indivíduo caminhará, “descendo”, na superfície inclinada;

(8) caso seja necessário fazer uma parada durante a descida, bastará que o braço direito seja cruzado sobre o peito, na direção do ombro esquerdo, sem largar a corda; nesta posição, haverá absoluta segurança e liberdade para movimentar o braço esquerdo, o qual, se for preciso, poderá até largar a corda.

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